quarta-feira, 26 de dezembro de 2007
terça-feira, 27 de novembro de 2007
(Educação Sexual) Transversal ou Transparente?

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segunda-feira, 26 de novembro de 2007
segunda-feira, 5 de novembro de 2007
era uma vez... a educação sexual
A sexualidade constrói-se e aprende-se porque é parte integrante do desenvolvimento da personalidade, podendo até interferir na alfabetização, no próprio desempenho escolar e na promoção para a saúde.
O primeiro documento legal sobre a Educação Sexual nas Escolas saiu com a Lei 3/84, publicada em 24 de Março de 1984. No primeiro artigo podemos ler “O Estado garante o direito à Educação Sexual como componente do direito fundamental à Educação”, o que não acontece.
Nesta Lei a Educação Sexual aparece como tema obrigatório que deveria ser incluída em todas as disciplinas e em variados contextos sempre que o assunto fosse propício para uma abordagem a temas que envolvem a sexualidade. Não há um programa oficial. A Educação Sexual é uma temática transversal ao Currículo como a Educação Alimentar ou a Educação Ambiental, como tal não existe uma disciplina específica ou mesmo manuais.
Em 1999, no seguimento da lei 120/99 foram criados Gabinetes de Apoio nas escolas, para que os alunos pudessem esclarecer as suas dúvidas sobre sexualidade. Os quais não são divulgados nas escolas, que os alunos não sabem que existem, e que não contam com a colaboração de profissionais. Os poucos alunos que sabem da sua existência não recorrem a eles.
quarta-feira, 31 de outubro de 2007
portugueses utilizam pouco o preservativo
"É preciso incentivar a utilização do preservativo, um método contraceptivo que, em Portugal, não tem ganho novos adeptos, defendem os especialistas. Apresar da implementação das aulas de educação sexual e dos avanços ao nível do planeamento familiar, a percentagem de utilizadores deste método de contracepção manteve-se, na última década, praticamente inalterada, rondando os escassos 14 por cento.
O preço parece ser uma das principais justificações para a exclusão do preservativo por parte de muitos portugueses admite Henrique Barros, responsável pela Coordenação Nacional para a InfecçãoVIH/Sida. Porém, o problema pode estar prestes a ser resolvido com a chegada, em 2008, dos preservativos de marcas brancas, cujo preço não deverá ultrapassar os 25 cêntimos, tal como foi noticiado pelo Farmacia.com.pt, no dia 1 de Agosto de 2007.
Para além dos riscos de uma gravidez indesejada é preciso ter em conta as DST salienta obstetra Miguel Oliveira e Silva. Um dos exemplos é a elevada taxa de cancro do colo do útero existente em Portugal, que acaba por ser um dos piores reflexos deste comportamento dos portugueses. Em declarações àquela publicação, o especialista defende que "em vez de colocarmos toda a ênfase na vacina contra esta doença, deveríamos investir em campanhas do uso do preservativo"."
tirado
de http://www.farmacia.com.pt/index.php?name=News&file=article&sid=4295